quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Transformando Tecidos em Sonhos

Modelos Confeccionados por Iracema

Mensagem



Dica

facebook.com

Bom DIA! -

- Quem tem luz própria incomoda quem está na escuridão
Enquanto contarmos com estas pessoas especiais e autênticas do nosso círculo pessoal mais próximo, ninguém será capaz de apagar a nossa luz própria.
melhorcomsaude.com

domingo, 21 de fevereiro de 2016

PARA MATAR A SAUDADE

IRACEMA 

TENHAM UM BOM DIA


Dica

Não tenha medo! Medo é a fé ao contrário.
Com medo passamos a acreditar nas coisas do medo.
Manoel Carlos
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
Foto - Maria Auxiliadora

Dica Diversas de Amiga!


- Para deixar a casa mais cheirosa, borrife um pouco de essência de sua preferência em uma lâmpada de abajur, ainda desligada. Ligue o abajur.
Quando a lâmpada aquecer, ela irá exalar um aroma agradável.
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
Foto  - Maria Auxiliadora

Mensagem

A felicidade é um perfume que não podemos pôr nos outros sem deixar cair algumas gotas em nós mesmos. 
Louis Mann
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus





Mensagem - BOM DIA !!!

DOMIGO DIA DO SENHOR - SEGUNDO DOMINGO DA QUARESMA (21.02.16)

 “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutem o que Ele diz!”
Lucas 9, 28-36
            O nosso texto de hoje vem logo após o diálogo com Pedro e os discípulos, na estrada de Cesareia de Filipe, sobre quem era Jesus e como deveria ser o seu seguimento: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e me siga” (9, 23). Começando a passagem com as palavras: “oito dias após dizer essas palavras”, Lucas quer ligar estreitamente o texto com a mensagem anterior sobre o seguimento de Jesus até a cruz. É notável também que os três discípulos que levou consigo são os mesmos que levaria à parte com Ele no Jardim de Getsêmani (Mt 26, 37).
O texto destaca um aspecto de Jesus que é muito caro a Lucas - o fato que Ele era um homem de oração. Neste momento Ele “subiu à montanha para rezar” (v. 28). Durante a oração, aparecem Moisés e Elias, símbolos da Lei e dos Profetas, duas das figuras mais importantes do Antigo Testamento. Assim, Lucas mostra que Jesus está em continuidade com as Escrituras, isto é, o caminho que Jesus segue está de acordo com a vontade de Deus. Os dois personagens, tanto Moisés como Elias, eram profetas rejeitados e perseguidos no seu tempo - Lucas aqui vislumbra o destino de Jesus, de ser rejeitado, mas também, de ser vindicado por Deus. Pedro, ao despertar do sono, faz uma sugestão descabida: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias” (v. 33). Claro, era bom ficar ali, em um momento místico, longe do dia-a-dia, da caminhada, das dúvidas, dos desentendimentos, da luta. Quem não quereria? Mas, não era uma sugestão que Jesus pudesse aceitar. Terminado o momento de revelação, “Jesus estava sozinho” e no dia seguinte “desceram da montanha” (v. 37). Por tão gostoso que seja ficar no Monte Tabor, é preciso descer para enfrentar o caminho até o Monte Calvário! A experiência da Transfiguração está intimamente ligada com a experiência da Cruz! Quem sabe, talvez a experiência do Tabor tenha dado a Jesus a coragem necessária para aguentar a experiência bem dolorida do Calvário!
Aplicando o texto e a sua mensagem a todos os cristãos, podemos deduzir que todos precisam subir o Monte Tabor para serem transfigurados, para depois descerem para “lavar os pés” dos irmãos e irmãs! Todos nós, seja qual for a nossa vocação, precisamos de momentos de oração profunda, de união especial com Deus. Isso torna-se cada vez mais importante no mundo atual de ritmo quase frenético, de estresse e correria. Temos que descobrir como criar espaços de tempo para respirarmos mais profundamente a presença de Deus, para renovarmos as nossas forças e o nosso ânimo. Estas experiências não devem ser “intimistas”; pelo contrário, devem aprofundar a nossa fé e o nosso seguimento, para que possamos seguir o exemplo d’Aquele que lavou os pés dos discípulos: “Eu, que sou o Mestre e o Senhor, lavei os seus pés; por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros” (Jo 13, 14).
Esse trecho pode nos ensinar a valorizar os momentos de “Tabor”, os momentos de paz, de reflexão, de oração. Pois, se formos coerentes com a nossa fé, teremos muitas vezes de fazer a experiência de “Calvário”! Somos fracos demais para aguentar esta experiência contando somente com as nossas próprias forças e recursos humanos - por isso, busquemos forças na oração, na Palavra de Deus, na meditação - sempre para que possamos retomar o caminho, como fizeram Jesus e os três discípulos! Para os momentos de dúvida e dificuldade, o texto nos traz o conselho melhor possível, através da voz que saiu da nuvem: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutem o que ele diz!” (v. 35). Façamos isso, e venceremos os nossos Calvários!
Pe. Tomaz Hughes, SVD
E-mail: thughes@netpar.com.br


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Boa noite

PRIMEIRO DOMINGO DA QUARESMA (14.02.16) Lucas 4, 1-13.

“Você adorará o Senhor seu Deus e somente a Ele servirá”
            O texto expressa a luta interna de Jesus, que na realidade se deu ao longo da sua vida pública, para discernir o caminho a seguir, depois de assumir a sua missão no batismo. Jesus era totalmente humano e assim enfrentava sempre as tentações de seguir o caminho de um messianismo falso, que não fosse o caminho do Servo de Javé. A experiência de Jesus é como a nossa - entre o nosso compromisso com o projeto de Deus e a vivência prática existem muitas tentações!
            Jesus estava “repleto do Espírito Santo”, e era “conduzido pelo Espírito através do deserto”. O Espírito Santo não o conduz à tentação, mas é a força sustentadora d’Ele durante as suas tentações. Como o Espírito dava força a Jesus, Lucas ensina às suas comunidades que elas também poderão contar com esse apoio nos momentos difíceis da vivência da sua fé!
            As tentações são as mesmas que enfrentamos na nossa caminhada da fé hoje! Primeiro Jesus é tentado para mandar que uma pedra se torne pão. Aqui é a tentação do “prazer” - logo que enfrente sofrimento e sacrifício por causa da sua missão, Jesus é tentado a escapar dele! Uma tentação das mais comuns hoje, em um mundo que prega a satisfação imediata dos nossos desejos em uma sociedade que cria necessidades falsas através de sofisticadas campanhas de propaganda. Uma sociedade de individualismo, onde a regra é “se quiser, faça!”, onde o sacrifício, a doação e a solidariedade são considerados como ladainha dos perdedores! Jesus é contundente: “Não só de pão vive o homem” (v. 4). Vivemos de pão; mas, não só! Jesus não é contra o necessário para viver dignamente. Mas, salienta que não é somente a posse de bens que traz a felicidade, mas a busca de valores mais profundos, como a justiça, a partilha, a doação, a solidariedade com os sofredores. Não faz contraste falso entre bens materiais e espirituais - precisa-se de ambos para que se tenha a vida plena! Jesus desautoriza tanto os que buscam a sua felicidade na simples posse de bens, como os que dispensam a luta pelo pão de cada dia para todos! Nada de materialismo e nada de uma religião que não inclui o compromisso com a solidariedade, e justiça social e uma sociedade mais fraterna, justa e igualitária.
A segunda tentação pode ser vista como a do “ter”. Algo atual! Vivemos na sociedade pós-moderna da globalização do mercado, do neo-liberalismo, do “evangelho” do mercado livre. Diariamente a televisão traz para dentro das nossas casas a mensagem de que é necessário “ter mais”, e que não importa “ser mais”! A tentação vem em forma atraente - até a Igreja pode cair na tentação de achar que a simples posse de bens, que podem ser usados em favor da missão, garantirá uma atuação mais evangélica. Somos tentados a não acreditar na força dos pobres, das “pessoas comuns”, dos leigos/as, dos “fracos” aos olhos da sociedade, ou seja, de não seguir o caminho do carpinteiro de Nazaré. Jesus também enfrentou esta tentação – Ele, que veio para ser humano com a humanidade, pobre com os pobres, para mostrar o Deus que opta preferencialmente pelos marginalizados, é também tentado a confiar nas riquezas! Para o diabo - e para o nosso mundo que idolatra o bem-estar material e o lucro, mesmo às custas da justiça social - Jesus afirma: “Você adorará o Senhor seu Deus, e somente a Ele servirá” (v. 8).
            A terceira tentação pode ser entendida como a do “poder”. Uma tentação permanente na história das Igrejas e dos cristãos. Quantas vezes as Igrejas confiavam mais no poder secular do que na fragilidade da cruz, para “evangelizar”. Quanta aliança entre a cruz e a espada - a América Latina que o diga! Ainda hoje enfrentamos essa tentação - não de ter poder para servir, mas de confiar no poder deste mundo, mais do que na fraqueza aparente de Deus, assim contradizendo o que Paulo afirmava: “A fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1Cor 1, 25) e “Deus escolheu o que é fraqueza no mundo, para confundir o que é forte” (1Cor 1, 27). Jesus, que veio para servir e não para ser servido, que veio como o Servo de Javé e não como dominador, teve que clarear a sua vocação e despachar o diabo com a frase: “Não tentarás o Senhor seu Deus”. Podemos agradecer o exemplo do Papa Bento XVI que soube abrir mão do poder para o bem da Igreja! Nesse gesto profético, talvez tenha proferido sua melhor pregação – o poder existe somente para servir o bem comum!
            Realmente, podemos nos encontrar nas tentações de Jesus! São as do mundo moderno - o ter, o poder e o prazer! Todas as coisas são boas em si, mas altamente destrutivas quando tomam o lugar de Deus em nossa vida! Jesus teve que enfrentar o que nós enfrentamos - o “diabo” que está dentro de nós, o tentador que procura nos desviar da nossa vocação de discípulos/as-missionários/as. O texto nos coloca diante da orientação básica para quem quer vencer: “Você adorará o Senhor seu Deus, e somente a Ele servirá” (v. 8)
Pe. Tomaz Hughes, SVD
E-mail: thughes@netpar.com.br



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Bom dia a todos

Foto - Patricia neta de Iracema

Dica - Bolo de Limão


Foto enviada por renataoli_cardoso

Bolo de Limão bolo de bolo

massa

  • 4 ovos
  • 1 xícara de óleo
  • 1 xícara de leite
  • 1 limão
  • 2 xícara de açúcar
  • 2 xícara de farinha
  • 2 colheres de café de fermento em pó
  • manteiga e farinha para untar

calda

  • 1 limão
  • 1/2 xícara de água
  • 3 colheres de sopa de açúcar

Cobertura

  • fondan para decorar e raspas da casca de limão
  • Utensílios
  • liquidificador
  • 1 panela pequena
  • forma media com furo no meio (pudim)
  • colher de pau

modo de preparo

PREPARO DA MASSA Corte o limão e esprema na xícara de leite e aguarde no minimo 5 minutos para coalhar bem, não precisa coar.

coloque no liquidificador todos os líquidos (ovos,óleo,e a mistura do leite com limão) bata bem ate ficar homogenia coloque em seguida as 2 xícaras de açúcar sem desligar.
desligue um pouco e ligue novamente colocando 1 xícara de farinha deixe misturar bem em seguida a outra e o fermento bata bem e depois desligue e de 3 toques no pulsar do liquidificador.
coloque na forma untada e no forno que deve ter sido ligado uns 5 minutos antes e estar a 180 graus.
por cerca de 40 minutos ou ate ficar douradinho Retire , espere esfriar e desenforme.

Modo de fazer a calda

coloque o limão espremido ,a água e o açúcar mexa ate o açúcar se de solver deixe ferver só um pouquinho.
fure o bolo delicadamente e coloque a calda o suficiente a gosto.

Cobertura

Derreta o fondan em banho maria colocando uma colherzinha de água ate ficar uma calda grossa.
Coloque em cima do bolo delicadamente .
Raspa a casca do limão e decore.
Deliciem se
Receita enviada em para Melhor Bolo Caseiro do Brasil
Fonte- http://gshow.globo.com/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Bom dia!

A sobriedade da celebração da Quarta-feira de Cinzas deve nos fazer perceber o quanto de fato importa em nossas vidas e qual o verdadeiro valor que devemos dar para tudo que temos. 
O lembrete de que somos pó e ao pó voltaremos ajuda-nos a não esquecer a transitoriedade e a fragilidade de nossa existência humana. Diante dessa constatação, a Quaresma quer nos recordar a importãcia de convertermos nossos corações àquilo que realmente importa. Para nos ajudar nesse processo de redescobrir o valor e a importãncia de cada coisa em nossas vidas, o jejum, a esmola, e a oração nos fazem voltar ao essencial e a descobrir o verdadeiro caminho de conversão.
Frei Diogo Atalino de Melo, OFM
sav@franciscanos.org.br
Fonte: Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
Cartaz da Campanha da Fraternidade - google

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

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