domingo, 20 de março de 2016

Boa noite à todos!

DOMINGO DIA DO SENHOR - DOMINGO DE RAMOS (20.03.16)

“Bendito aquele que vem em nome do Senhor!” 
Lucas 19,29-40

* Como seria impossível fazer jus ao Evangelho da Paixão em uma reflexão tão curta, refletiremos sobre o Evangelho da procissão.
Quase não há comunidade católica no Brasil que não comemore hoje, com muita alegria, a entrada de Jesus em Jerusalém. São organizadas procissões, o povo abana ramos, se celebram encenações do evento. Pessoas que dificilmente pisam em uma igreja nos domingos comuns, hoje fazem questão de não perder a procissão. Porém, para não reduzirmos a comemoração a mero folclore, é importante estudar o que significava este evento para Jesus, e para o evangelista.
Dificulta o nosso entendimento da passagem a nossa pouca familiaridade com o Antigo Testamento. Cumpre relembrar um trecho do profeta Zacarias: “Dance de alegria, cidade de Sião; grite de alegria, cidade de Jerusalém, pois agora o seu rei está chegando, justo e vitorioso. Ele é pobre, vem montado num jumento, num jumentinho, filho duma jumenta... Anunciará a paz a todas as nações, e o seu domínio irá de mar a mar, do rio Eufrates até os confins da terra” (Zc 9, 9-10). Esse era um trecho muito importante na espiritualidade do “pobres de Javé”, que esperavam a chegada do Messias libertador. Nessa esperança situam-se Maria e José e os discípulos de Jesus. Foi dentro desta espiritualidade que Jesus foi criado. Zacarias traçava as características do messias - seria um rei, “justo e pobre”, não de guerra, mas de paz! Viria estabelecer uma sociedade diferente da sociedade opressora do tempo de Zacarias (e de Jesus, e de nós) - onde os poderosos e violentos oprimiam os pobres e pacíficos! Seria uma sociedade onde, entre outros elementos, a economia estaria a serviço da vida, onde todos cuidariam da “casa comum”, o planeta! Um rei jamais entraria em uma cidade montado em um jumento - o animal do pobre camponês, mas um cavalo branco de raça! Jesus, fazendo a sua entrada assim, faz uma releitura de Zacarias, e se identificou com o rei pobre, da paz, da esperança dos pobres e oprimidos!
Por isso, muitas vezes perdemos totalmente o sentido da entrada de Jesus em Jerusalém. Celebramos o evento como se fosse a entrada de um governante do Império romano – ou dos impérios dos nossos tempos - com pompa, imponência, e demonstração de poder e força. O contrário do que Jesus fez! Chamamos o evento da “entrada triunfal de Jesus” - e realmente foi, mas como triunfo de Deus, que se encarnou entre nós como Servo! Nada mais longe do sentido original desse evento do que manifestações de poderio e pompa, mesmo - ou especialmente - quando feitas em nome da Igreja e do Evangelho de Jesus!
O texto convida a todos nós a revermos as nossas atitudes. Seguimos Jesus - mas será que é o Jesus real, o Jesus de Nazaré, o Jesus rei dos pobres e humildes, o Jesus cumpridor da profecia de Zacarias? Ou inventamos outro Jesus - poderoso nos moldes da nossa sociedade, com força, poder e prestígio, conforme o mundo entende esses termos? Essa semana foi o ponto culminante de toda a vida e missão de Jesus - das suas opções concretas em favor dos oprimidos, do seu desafio à religião oficial que escondia o verdadeiro rosto de Deus, das consequências políticas e econômicas da sua proposta de uma sociedade justa e igualitária, manifestação concreta da chegada do Reino de Deus. Tudo isso levou os poderosos, romanos e judeus, a tramarem a sua morte. É importante lembrar que a paixão e morte de Jesus foram consequência da sua vida - é impossível entender o que significa a Semana Santa sem ligá-la com o resto da vida de Jesus e com a sua proposta para a sociedade e para os seus seguidores. Jesus não morreu - foi morto porque incomodava, como continua a incomodar ainda hoje os que continuam com o sistema opressor que é a expressão do anti-Reino, mesmo quando disfarçado com discurso religioso, como se fazia no Templo.
Um canto usado nas celebrações de hoje nos alerta: “Eles queriam um grande rei, que fosse forte, dominador. E por isso não creram n’Ele e mataram o salvador!” Realmente acreditamos no rei dos pobres e oprimidos, da paz e da solidariedade, da misericórdia e compaixão, ou só fazemos um folclore no Dia de Ramos, bonito, mas totalmente desvinculado da mensagem verídica e profunda do profeta Zacarias e do Evangelho de hoje?
Pe. Tomaz Hughes SVD

e-mail: thughes@netpar.com.br  -  Imagem: www. google.com.br universovozes.com.br

segunda-feira, 14 de março de 2016

Curitiba pintada de verde e amarelo




Vou dividir com voçês, estou muito feliz com o que vivi ontem, foi demais lindo ver Curitiba pintada de verde e amarelo, principalmente, ver as pessoas lutando pelo mesmo ideal.Que Deus abençoe que sejamos ouvidos,e que seja o dia de ontem um marco na vida dos bradileiros! Chega de tanta corrupção!! 
Euuuu sou brasileira, com muiiito orgulhooooo, com🇧muito amooooorrrrr
Bom dia à todos!
Maria Auxiliadora   filha de Iracema

Chega!!!Que a justiça seja feita. E que o dia "Treze de Março" seja o marco de um novo tempo.

Hoje ao ver o jornal local da Globo, quando mostrou Londrina, Maringá, e Curitiba, com as manifestações de ontem chorei de emoção e felicidade.
Nós, o povo brasileiro, não somos corruptos, não somos ladrões, não somos manipulados e muito menos ignorante com o que esta acontecendo.
Chega!!! 
Que a justiça seja feita. E que o dia "Treze de Março" seja o marco de um novo tempo. 
Maria Auxiliadora - filha de Iracema

domingo, 6 de março de 2016

Dica

Siga em frente a vida é boa e Deus sempre esta conosco, pôr mais que não acreditemos.
Foto e mensagem - Maria Auxiliadora

Bom Domingo

Domingo Dia Do Senhor - QUARTO DOMINGO DA QUARESMA (06.03.16)

 “Seu irmão estava morto e tornou a viver”

Lucas 15, 1-3; 11-32


O Evangelho de Lucas prima pela sua ênfase sobre a misericórdia de Deus. Se fosse para classificar em uma só palavra o rosto de Deus em Lucas, poderíamos sem hesitação assinalar “misericórdia”. Talvez nenhum capítulo saliente esta convicção tanto como o capítulo 15. A parábola aqui relatada está entre as mais conhecidas da Bíblia - geralmente chamada “O Filho Pródigo”. Devemos ter um pouco de cuidado com esse título - pois já sugere que a figura central da parábola é o Filho Pródigo - não necessariamente a interpretação mais adequada!
Para sermos fiéis ao evangelho, devemos interpretá-lo dentro do seu esquema teológico e literário. Para isso temos que dar muita atenção aos primeiros três versículos. Pois nos dão o motivo pelo qual Jesus contou as três parábolas do capítulo, uma chave valiosa de interpretação. São como um gancho sobre qual se pendura o resto do capítulo: “Todos os cobradores de impostos e pecadores se aproximavam de Jesus para o escutar. Mas, os fariseus e os doutores da Lei criticavam a Jesus, dizendo: “Esse homem acolhe pecadores, e come com eles!” (vv. 1-2). E depois vem a chave de interpretação: “Então Jesus contou lhes esta parábola” ( v. 3). Ou seja, Jesus contou as parábolas deste capítulo porque os chefes religiosos o criticavam por associar-se com gente de má fama! Então a chave de interpretação é a atitude dos fariseus e doutores, contestada pelo ensinamento de Jesus. É bom lembrar que os fariseus e doutores da Lei não eram pessoas má – eram pessoas dedicadas a Deus e à religião.  Só que a visão deles era distorcida – para eles, Deus é totalmente Santo, e por isso, rejeita pecadores.  Para Jesus, Deus é totalmente Santo, mas por isso corre atrás dos pecadores e os acolhe.  O problema de fundo é a visão de Deus, e Jesus dirige as três parábolas do capítulo 15 aos chefes religiosos, para contestar e corrigir a visão  de Deus deles. 
Podemos ler este texto a partir do filho perdido, ou do Pai, ou do irmão mais velho. O título tradicional implica uma leitura a partir do “pródigo” (Pródigo significa “esbanjador”). Assim, ressaltaria o processo de conversão - sentir a situação perdida, decidir a pedir reconciliação, ser aceito pelo Pai, reativar os relacionamentos perdidos e estragados. Sem dúvida, uma leitura válida do texto como tal - mas diante dos primeiros dois versículos do capítulo, talvez não a interpretação primária que Lucas quisesse dar.
Outra possibilidade é de ler a história a partir do pai. Sem dúvida, também válido. Assim, o pai representa o próprio Deus, que em primeiro lugar, respeita a liberdade de decisão do filho, não impedindo que ele seja “sujeito” da sua vida; depois não espera a volta do “pródigo”, mas corre ao seu encontro, numa atitude não “digna” de um fidalgo oriental idoso, pois o pai está preocupado mais com a reconciliação do que com o prejuízo, e se alegra com a volta de quem estava morto! Mais uma vez, uma leitura mais do que aceitável!
Mas, o contexto do capítulo, à luz dos primeiros versículos, sugere uma leitura diferente - a partir do irmão mais velho. Pois Jesus conta a parábola para contestar a atitude dos fariseus e doutores da Lei, que o reprovam, porque ele acolhe os pecadores! Então, o filho mais velho é a imagem dos fariseus - “gente boa”, fiel na observância da Lei, mas, cujos corações estão fechados, ao ponto de serem incapazes de alegrar-se com a volta de um irmão perdido. Assim, embora observem minuciosamente todas as prescrições da Lei, a atitude deles contradiz claramente a atitude de Deus, demonstrada pela ação do pai misericordioso! Essa diferença de atitude se resume claramente nos termos que ambos usam, referindo-se ao filho mais moço. Enquanto o filho mais velho o chama de “este teu filho” (v. 30), o pai fala “este teu irmão” (v. 32).
Aqui Jesus quer questionar todos nós que somos “praticantes”. Somos capazes de reconhecer a nossa própria fraqueza e miséria espiritual, como fez o “pródigo”? Somos capazes de correr ao encontro de um irmão perdido, como fez o pai? Ou somos como o irmão mais velho - “gente boa”, gente de “observância”; mas, gente incapaz de ter um coração de misericórdia, de alegrar-nos com a volta ao estado original de irmão ou irmã perdidos? Um texto muito apropriado para a nossa reflexão nesse “Ano da Misericórdia”.  Uma parábola de consolo para todos para também de desafio.
Podemos até dizer que este capítulo de Lucas é o coração do Evangelho. Pois Deus, o Deus de Jesus e o de Lucas, é o Deus que não se alegra com a perda de quem quer que seja, mas com a volta do pecador. É o Deus que se encarnou em Jesus de Nazaré, para salvar quem estava perdido. É o Deus da misericórdia e do perdão. Como traduzimos esta visão de Deus em nossas vidas?
 Pe. Tomaz Hughes SVD
e-mail: thughes@netpar.com.br     - Imagem: www. google.com.br 
Fonte: blogggmatrizsãocristovao.com.br

quarta-feira, 2 de março de 2016

Para ser Feliz

Fonte - www. google.com.br )

Viva Seja Feliz!

Divido com vocês esse presente que recebi domingo passado. Ao entardecer estava trabalhando no meu computador, e ele pousou na janela, e por um grande tempo ficou ali, me olhava, virava a cabecinha, para um lado e para outro, conversei com ele, reparei que era um filhote de pardais, e pensei que não estava podendo voar. Então conversei com ele, tirei foto, e o deixei, ser meu companheiro, fala a verdade é ou não é presente de Deus, quantas vezes isso acontece? E quando ele quis viro-se e voou, e foi viver sua vida!
Bom dia à todos!
Abençoada semana na pureza da natureza!
Foto e mensagem:  Maria Auxiliadora,  Filha de Iracema


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